sexta-feira, 20 de junho de 2008

O "tão-esperado" momento

Quando as parturientes entram na Sala de Partos, a equipa de enfermagem procura desmistificar os preconceitos que envolvem a técnica de analgesia epidural e esclarecer que este é, sem dúvida, o método mais eficaz de superar a dor.
Depois da decisão tomada, é o obstetra que avalia a paciente, despista contra-indicações e propõe ao anestesiologista a epidural.
Auxiliado por um enfermeiro do Bloco Operatório, o anestesiologista aplica na parturiente um analgésico capaz de reduzir a sensibilidade dolorosa, através de um cateter que é colocado no chamado espaço epidural e que permanece no local até ao nascimento do bebé.
Florbela Cavaleiro, enfermeira da Sala de Partos há quase oito anos, conhece bem as diferenças entre um parto com e sem epidural.
A especialista em saúde materna e obstétrica garante que “uma parturiente que levou epidural está muito mais tranquila e vive o parto de forma bastante participativa”.
De facto, cerca de 20 minutos após ter-lhe sido injectado o analgésico, Sofia aguardava o momento do nascimento com um sorriso rasgado e já praticamente sem dores.

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